INTERNAL BRANDING: o RH e o Marketing unidos na construção da Marca.

1- Um programa de Internal Branding deve ajudar a empresa a manter os seus colaboradores motivados e em estado de permanente colaboração durante o ano todo.

Frequentemente me perguntam: “Augusto, o que você mais gosta de fazer profissionalmente?”
Minha resposta já é quase automática: “Algumas coisas, mas entre elas está Ministrar Palestras de Internal Branding..”.E a seguir, como é de se esperar, vem a pergunta: “O que é uma Palestra de Internal Branding?”

E então explico: “Uma Palestra de Internal Branding, geralmente, é o começo de alguma coisa nova em uma empresa…Por exemplo, a empresa vai passar por uma fusão ou por uma aquisição. Alguém tem que juntar todo mundo numa sala e dizer para as pessoas os PONTOS POSITIVOS daquilo que irá acontecer, mesmo sabendo que algumas coisas duras acontecerão também. Mas sempre haverá uma série de pontos positivos que precisam ser explicados a todos. Isso gera confiança e clareza.As pessoas ficam se sentindo melhores quando há clareza e propósito positivo”.

“Neste caso, uma Palestra de Internal Branding é algo que, ao mesmo tempo, toca fundo a razão e o coração das pessoas, mostrando a elas que não é necessário ter receios ou ter medos. Coisas irão acontecer, quer queiramos ou não, e todos poderão enfrentar melhor essas coisas se encararem a nova realidade a partir dos seus pontos e perspectivas positivas. Essa é a típica palestra sobre o Futuro da Marca com uma visão prospectiva de um futuro melhor”.

“Mas há também palestras de Internal Branding para enfrentar crises ou momentos realmente difíceis, impostos por uma crise econômica severa do país (como essa que estamos atravessando),ou uma crise de caixa severa, como uma suspensão temporária de pagamentos de salários, por exemplo, ou mesmo outras.

Nestes casos, uma Palestra de Internal Branding defende a empresa e a marca junto aos colaboradores, construindo MAIOR CONFIABILIDADE na cabeça deles para a Empresa e para a Marca. É a única forma de as Empresas trazerem as pessoas para o seu lado, para trazerem O SEU MAIOR ATIVO para o seu lado, evitando que a maioria dos colaboradores FIQUE CONTRA a empresa e contra a Marca. Simples assim”.

“Mas não esqueça nunca que uma Palestra de Internal Branding não deve ser feita apenas em situações de crise. Elas funcionam muito melhor quando concatenadas num amplo Programa de Palestras de Internal Branding, junto com outras ferramentas de Business Branding. Ou seja, o recomendável é que as empresas estruturem junto aos departamentos de RH e de Marketing um programa anual de Internal Branding”.

O mais importante é o entendimento por parte da direção de que existem sempre TRÊS POSTURAS BÁSICAS nos colaboradores de qualquer empresa, de qualquer organização humana: algumas pessoas serão FAVORÁVEIS à empresa e à marca; outras pessoas serão DESFAVORÁVEIS à empresa e à marca; e, finalmente, algumas serão NEUTRAS em relação à empresa e à marca. Essa é uma ideia extraída do “Net Promoter Score”, uma ‘técnica americana para mensurar um diagnóstico ou avaliação de nível de satisfação. Uma vez feito o diagnóstico é preciso REFORÇAR positivamente aqueles que são FAVORÁVEIS ou defensores da empresa e da Marca; é preciso trazer os NEUTROS também para uma posição de FAVORABILIDADE. E é preciso avaliar com rigor os DESFAVORÁVEIS para saber se eles têm ou não potencial para virem a ser favoráveis um dia. Algumas pessoas, por natureza, por formação e por cultura serão sempre DESFAVORÁVEIS e, neste caso, não há o que fazer a não ser permitir que elas saiam da empresa e procurem um outro lugar para trabalhar.

2- O que é, para que serve e como se justifica um Programa de Internal Branding?

Em primeiro lugar, a Visão ou Objetivo Maior: Um programa de Internal Branding deve ajudar a empresa a manter os seus colaboradores motivados e em estado de permanente colaboração durante o ano todo.

Simples assim, sem ter que acrescentar mais nada em termos de objetivos ou de missão do Programa.

Como se justifica? Bem, no Brasil, as empresas pagam um valor alto por mês para seus colaboradores se alimentarem (chamado de vale-refeição), pagam um valor alto por mês para seus colaboradores tomarem sua condução e vir para o local do trabalho (chamado de vale-transporte), e pagam ainda valores expressivos em Plano de Saúde e, por fim, os Salários. Ou seja, a Empresa mexe com o ESTÔMAGO, com as PERNAS e com a BOA SAÚDE DO SEU COLABORADOR, mas aquilo que ele tem de mais precioso, a empresa deixa totalmente LIVRE PARA VAGAR e DIVAGAR: A CABEÇA, o CÉREBRO, o ELEMENTO RACIONAL.

A CABEÇA DO COLABORADOR FICA LIVRE para ser influenciada pelas NOTÍCIAS do dia, pelas FOFOCAS e RECLAMAÇÕES da maioria das pessoas (no ônibus, na rua, na portaria, no cafezinho).
A empresa gasta para muita coisa mas não investe nada para MOTIVAR E INFLUENCIAR seus colaboradores de nível operacional, bem como também OS SEUS COLABORADORES DE NÍVEL GERENCIAL. Todos chegam pela manhã para trabalhar falando sobre a CRISE, sobre os VIZINHOS que perderam o emprego, sobre a rigidez do CHEFE e sobre as DECISÕES que empresa tomou, na visão deles, sem consultá-los, é claro! Eu diria que eles praticamente aprenderam a RECLAMAR e a encontrar diariamente INCENTIVOS para gastar seu tempo com RECLAMAÇÕES das mais diversas. Muitos se tornam pessoas desagradáveis, os tais reclamões costumazes…

E eu sempre pergunto aos executivos: sua empresa faz isso desse modo? E adivinhe qual é a resposta…
Mas, asseguro que sim, isso tudo mais do que justifica o pequeno custo anual para criar um PROGRAMA DE INTERNAL BRANDING e manter os colaboradores sintonizados com o Plano Operacional para gerar os Resultados do ano.

Dia desses, bem recente mesmo, fiz uma palestra de Internal Branding – que me deixou imensamente feliz – como você pode ver na Foto Abaixo. Foi para três empresas que estão em processo de fusão, formando um Grupo. Me senti muito honrado em fazer essa palestra para seus funcionários. –

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O tema da Palestra foi SOMOS TODOS UM e usei uma história clássica de como a GM, General Motors foi criada por meio da fusão ou união colaborativa de empresas, como CHEVROLET, PONTIAC, BUICK, OLDSMOBILE e CADILLAC, para competir com a FORD. O resultado foi que a GM venceu a concorrência e permaneceu líder em vendas por…70 anos!  Procurei mostrar os pontos positivos e as oportunidades que uma fusão de empresas diferentes cria para cada um dos colaboradores. Eles aparentemente gostaram muito do que ouviram.E eu também gostei. Gostei da palestra e gostei muito das pessoas. Depois da Palestra, teve um coquetel e ficou nítido que aquelas pessoas, de três empresas diferentes que não se conheciam há minutos atrás, vestiram a camisa e trocavam ideias como se fossem velhos amigos.

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Um dia depois da Palestra pedi ao Fábio, (nas fotos acima) um dos sócios nova empresa, que me enviasse um breve depoimento sobre a Palestra e ele gentilmente enviou-me um E-Mail com o seguinte texto: “Augusto Nascimento é dono de um raciocínio lógico incrível e raro no mundo do marketing estratégico e da comunicação em geral. Suas construções, aparentemente simples, conduzem a plateia em viagens profundas. Dê a ele apenas 30 minutos e ele te surpreende com 40 anos de experiência e estudo acadêmico avançado” – Assinado: Fábio Alexandre Vieira, diretor da Cluster2Go. (Fábio, muito obrigado mesmo pelo seu depoimento incrível. Gostei tanto dele que vai virar o tema de artigo sobre Palestras de Internal branding).

 

3- O processo para a montagem de um Programa de Internal Branding

Vamos aos três pontos principais daquilo que forma o mínimo de conteúdo para o PROGRAMA DE INTERNAL BRANDING de qualquer empresa, de qualquer ramo de negócio.
1- Consultoria para Diagnóstico de Business Branding;
2- Consultoria de Internal Branding para a Criação do Programa a ser Implantado;
3-Implantação do Programa propriamente dito, ao longo do ano.

O começo de tudo ou a primeira etapa é um processo de CONSULTORIA DE DIAGNÓSTICO DE INTERNAL BRANDING. Sem ela, sem um diagnóstico bem feito, tentar fazer um programa de Internal Branding é apenas um exercício de adivinhação. Uma pequena parte dos problemas do Internal Branding é conhecido “de cór e salteado”, porque são problemas da cultura brasileira. Coisas como “o modo que os brasileiros enxergam a empresa, como enxergam o lucro, o capitalismo, o trabalho colaborativo e em equipe” e coisas assim. Mas, muitos outros pontos precisam ser pesquisados, já que cada empresa tem a sua própria dinâmica de pessoas e jogos de poder.
Depois do Diagnóstico, vem a segunda etapa, a CONSULTORIA DE INTERNAL BRANDING, que vai MONTAR OS CONTEÚDOS E AS FERRAMENTAS DO PROGRAMA ANUAL, geralmente sob a batura de especialistas, com apoio e supervisão direta dos departamentos de RH e de Marketing da empresa.
Por fim, a terceira etapa: Neste ponto as coisas já começam a ACONTECER dentro da empresa e junto a cada colaborador, pois entramos na etapa de IMPLANTAÇÃO DE INTERNAL BRANDING propriamente dita.

Vamos aqui explicar cada uma das três etapas:

A Consultoria para Diagnóstico de Business Branding no Brasil é um serviço que faz um amplo Diagnóstico de Business Branding da empresa visando apoiá-la no desenho de futuros melhores e mais promissores. Veja bem, eu disse amplo e muitas vezes me perguntam se é demorado. Não, não é demorado. É amplo de amplitude,  de abrangência , mas não é algo grande e nem demorado. Geralmente é um trabalho breve, com reuniões  de coleta de dados junto a gestores, abrangendo produtos, negócios, canais e marcas.

• Nesse diagnóstico, a consultoria verifica em quais negócios sua empresa está atuando no momento presente e em quais negócios ele poderia atuar no futuro. Portanto, é um trabalho que analisa o presente e considera os futuros possíveis para os negócios e marcas da empresa.

• O processo inclui um workshop executivo inicial junto aos gestores (CEO, diretores e gerentes principais) em que é levantado e analisado o passado da empresa e as possibilidades de futuros alternativos para: Produtos, Mercados a atender e Marcas com as quais operar, sabendo onde e com quem irá competir. Todos os executivos e gestores têm a oportunidade de opinar, de expressar-se diante de um amplo foro aberto, sem que ninguém seja privilegiado ou preterido por estilo pessoal, por proximidade com a direção ou mesmo por divergência de pontos de vista. A consultoria tem experiência na condução desse tipo de processo, com métodos que fazem emergir a reflexão de todos, visando otimizar a aproveitar todo o conhecimento executivo e gerencial da companhia.

• Após o workshop inicial, a consultoria entrevista os vários executivos separadamente e aprofunda uma coleta de visões individuais, considerando a experiência e conhecimento de cada um. Os resultados dessa coleta farão parte de um relatório com pontos de convergência e pontos de divergência, para um posterior evento de discussão e análise por todo o colegiado executivo da empresa, um segundo workshop de aprofundamento.

• Após o segundo workshop, a consultoria elabora o entregável principal desse serviço, que é um documento, um “paper analítico”, contendo as considerações consultivas e as recomendações sobre: possível Reestrategização de Business Branding, Aprofundamento com Pesquisas Quantitativas ou outros Estudos, em que são geralmente são mencionados os negócios atuais e uma visão evolutiva dos mesmos, bem como as oportunidades futuras para a expansão e crescimento. Uma avaliação isenta da consultoria sobre oportunidades para sua empresa, em termos de NEGÓCIOS e NOVAS MARCAS, que poderão vir a ser consideradas e incorporadas pelo CEO e equipe de gestão. Esse material é apresentado à empresa em um terceiro evento ou workshop interno, juntamente com a entrega final do documento.

• Além da empresa obter a opinião da consultoria, e até mais importante, a empresa obtém com CLAREZA a opinião dos seus ótimos gestores e colaboradores, que chamamos de “quietos ou calados”. Sim, a consultoria utiliza técnicas e conhecimentos para trazer à tona as opiniões e visões daqueles gestores que são habitualmente os mais calados, aqueles que falam pouco porque sabe que vivem em um ambiente humano-político. Geralmente esses “quietos” têm pouco acesso ao dia-a-dia dos diretores e suas visões e opiniões precisam ser trazidas para o espaço da clareza, pois pode haver aí grandes contribuições que poderiam ficar para trás sem serem trazidas à luz para a discussão e análise. Essa é uma contribuição que somente uma boa consultoria pode dar à empresa, pelo fato de que ela é um elemento externo e equilibrador das relações.

• Poderá haver ainda, como parte do Diagnóstico, uma Pesquisa Interna, qualitativa e quantitativa, junto aos funcionários os colaboradores da empresa. Tal Pesquisa poderá ser implementada com um convite para que ocorra a participação de todos os colaboradores ou do máximo deles, formando assim um painel do tipo CENSO. Ou poderá ser implementada a Pesquisa com amostras do quadro de colaboradores, separadamente por grupos de: Gerentes, Supervisores, Equipes de Contato com o Cliente (Vendedores, Assistência Técnica, Call Center, etc) e demais colaboradores. O ideal é que esse tipo de Pesquisa possa ser feita uma vez por ano ou uma vez a cada dois anos, pois desse modo, a empresa poderá ter um RETRATO EVOLUTIVO das visões e opiniões de seus colaboradores.

• Junto com o DOCUMENTO FINAL, a empresa também poderá receber uma ANÁLISE sobre setores ou negócios onde poderia entrar com boas chances de sucesso, além de alguns EXEMPLOS de empresas e marcas que fizeram algo similar.

POR QUE esse tipo de CONSULTORIA pode ser muito VALIOSO para a sua empresa?
Geralmente, as empresas tomam decisões apenas com base em sua visão interna para questões relevantes como: ampliar negócios, abrir novas frentes de receitas, entrar em novos mercados onde há aparentemente pouca competitividade, entre outros itens. Com essa consultoria, a empresa pode tomar decisão levando em conta uma segunda opinião e, frequentemente, ajudando a empresa a ter mais claro a própria visão interna, que nem sempre é exposta com clareza devido a fatores diversos que levam executivos a serem cautelosos e a evitar dar sua opinião de modo franco e aberto. Assim, com esses pontos considerados, a empresa evita agir precipitadamente ou tão lentamente que as decisões não produzam os efeitos esperados nas receitas e no caixa. A consultoria detém experiência, senioridade e conhecimentos que podem agregar muito valor às decisões e evitar perda de dinheiro, um elemento raro e caro em nosso país. Basicamente, as empresas que contratam esse tipo de Consultoria são aquelas que estão preocupadas com seu futuro e com crescimento sustentável.

Isso é basicamente o processo de um bom Diagnóstico de Internal Branding. Em algumas empresas, às vezes o RH e o Marketing buscam fazer isso internamente, sem a ajuda de bons consultores externos. Eu diria que o risco é muito alto e é muito mais seguro, menos arriscado, muito mais barato e mais rápido para a empresa contar com a ajuda externa de consultores que já fizeram isso e já dispõem de conhecimento e experiência nisso.

Depois do Diagnóstico, vem a segunda etapa ou etapa dois, a Consultoria de Internal Branding para desenhar o PROJETO do PROGRAMA: nessa etapa, a consultoria dedica-se a MONTAR UM PLANO DE INTERNAL BRANDING PARA 12 MESES e um PLANO DE DIRETRIZES GERAIS PARA 36 MESES ou 3 anos.

O segundo desses dois Planos indica que trabalhar a motivação e engajamento dos colaboradores não é tarefa para um ano e sim algo a ser pensado e executado com visão de médio e longo prazo. O maior ganho a empresa terá pelo efeito cumulativo do segundo ano sobre o primeiro, do terceiro sobre os dois primeiros e, assim, sucessivamente. Mas, há um Plano ali para 12 meses, porque é preciso começar e executar algo bem feito no primeiro ano. A boa execução do primeiro ano levará a decidir sobre continuidade ou não para os anos seguintes.

Agora vamos ao Plano para os primeiros 12 meses, não necessariamente de Janeiro a Dezembro, mas 12 meses corridos, a partir do “start”.

Um Plano Customizado para a empresa específica, para aquela empresa em questão, que terá diferenças em relação a qualquer outro Plano de Internal Branding, pois não há duas empresas exatamente iguais.Tal Plano então é apresentado e consensuado com a empresa, com o Marketing, com o RH e com o CEO, o presidente – para então ser finalmente IMPLANTADO.
Esse Plano deverá conter alguns elementos vitais: ele deve cobrir 52 semanas, que é unidade de trabalho de Internal Branding mais apropriada.
Do ponto de vista de ferramentas, ele utiliza necessariamente um PORTAL (similar a uma antiga INTRANET, mas com diferenças, pois não é uma ferramenta funcional e sim uma ferramenta motivacional) e também um APP, ou APLICATIVO para Android e IOS, de modo que possa cobrir os celulares de todos os colaboradores (hoje todo funcionário tem um celular) para mensagens em vídeo e mensagens texto, enviadas pelo sistema de mensagem push. As 52 Mensagens Semanais da Diretoria, que podem ser enviadas aos Funcionários, de modo amplo ou de modo segmentado (gerentes, vendedores, a todos).
Mais: além disso do portal e aplicativo, o programa poderá contar com posters, cartazes, apostilas, mini-cursos por EAD, mini-aulas por EAD, Mensagens em Geral, Quiz, Eventos, Palestras, Convenção de Colaboradores e até Encontros de Colaboradores e seus Familiares. Uma das razões vitais do Diagnóstico é o levantamento das atividades que as empresas já desenvolvem com seus colaboradores que poderão ser incluídas no Programa, sem que isso agregue nenhum custo e, sim, somente benefícios.

Uma boa Consultoria de Internal Branding ganha ampla experiência nisso, o que gera um grande ganho para as empresas clientes.
Criado o Projeto do Programa, ele então será negociado com a empresa para dar início à IMPLANTAÇÃO. Às vezes, me perguntam: E se algo der errado? Algo pode dar errado? Eu digo não. Nada pode dar errado. O que surgem são imprevistos e circunstancias específicas, devido a alguma característica própria de uma ou outra empresa. Neste caso, temos um comitê de análise e estudo de soluções, conforme explico a seguir.

Durante o processo de IMPLANTAÇÃO, podem surgir imprevistos e, nestes casos, a consultoria disponibiliza o Consultório de Branding permanentemente aberto para apoiar os Executivos, o RH e o Marketing. Basicamente, é um trabalho consultivo de apoio,coach e orientação ao CEO e aos Diretores, em função da experiência e do conhecimento acumulado. Neste serviço, os executivos passam a contar com o conhecimento especializado para apoiar suas decisões de Branding e Marketing. Basicamente, é um conjunto de “encontros e reuniões” ou mesmo de “conferências virtuais” entre o consultor e o executivo que deseja apoio especializado em Branding e Marketing. Não há limitação de horas para esse consultório, que é requisitado no momento em que o executivo sente a necessidade.

4- Consultoria de Branding abrange Internal Branding e External Branding:
a sua empresa pode necessitar desse tipo de consultoria?

Antes de qualquer coisa é preciso esclarecer que Consultoria de Internal Branding é um aspecto da Consultoria de Branding ou de Business Branding, serviço que a INNOVAX-BBI presta há mais de 15 anos.
Ela é parte de uma Consultoria de Branding e Marketing, que por sua vez é um processo sistematizado para ajudar executivos e gerentes a promover mudanças que tragam melhores resultados para a empresa.

Ela é parte de uma visão simples e prática de Branding e Marketing:
Branding tem a ver com Pessoas e os significados que elas enxergam nas Marcas.
Marketing tem a ver com Produtos, Serviços e superação de concorrentes.

E porque as empresas buscam consultorias? Bem, isso deve ocorrer em duas situações:
1)- Quando reconhecem que estão com problemas e que eles afetam os resultados;
2)- Quando não tem problemas mas querem visão e ajuda externa para inovações; ou quando
buscam novas oportunidades; ou ainda , quando querem se preparar para evitar problemas futuros.

Assim, as consultorias podem ser muito úteis e agregar valor para as empresas, para seus diretores, gerentes e profissionais. Veja, o maior concorrente de toda empresa é o tempo. Não há calendário suficiente para as empresas fazerem tudo o que desejam e seu foco tem que ser a busca de melhores resultados dentro de um horizonte de tempo. Por isso, bons consultores são uma forma de Ganhar Tempo e, com mais segurança, buscar soluções que dentro de casa seriam feitas com improviso ou sem experiência vivida.

Fato: as boas empresas contratam consultoria porque acreditam que contar com o conhecimento
de bons consultores para apoiar seu pessoal é mais barato do que decidir questões cruciais
apenas com a visão interna. As visões externas de bons e experientes profissionais ajudam
as empresas a resolver questões importantes com mais rapidez, com mais segurança e com
ganhos expressivos de tempo e dinheiro. Eu presto serviços de consultoria há mais de 30 anos, seja com projetos ou mesmo com processos de aconselhamento consultivos.

Nesses 30 anos de consultoria, atendi empresas como: Canon, Bosch, Schincariol, Siemens, Folha de S.Paulo, Citibank, Itaú , Deca, Fleischman, Coca-Cola, Gerdau, Festo Automação, Merial Saúde Animal, WEG, Fortilit,Amanco, Calçados Itapuã, FIAT, Folha de S. Paulo, Pirelli, entre outras. Hoje conto com um time de consultores seniores, que complementam conhecimentos e experiências. Já vi, muitas vezes a piada: se sua empresa acha que o conhecimento é muito caro (e uma boa consultoria não precisa custar uma fortuna), experimente contar com a ignorância. E já vi também centenas de vezes a piada que diz que um consultor é alguém que pede o seu relógio para te dizer as horas. Ambas são apenas visões apaixonadamente favoráveis ou desfavoráveis aos trabalhos de consultores. Eu pessoalmente entendo que as empresas precisam de “ter executivos com grandeza” para poder contratar uma consultoria, afinal, os executivos precisam ter uma certa dose de humildade para admitir aceitar ajuda. Muitos são extremamente autossuficientes chegando a beirar a arrogância. E eu pergunto: o que a empresa ganha com isso?

Há ainda dois elementos que quero colocar aqui sobre a CONSULTORIA DE INTERNAL BRANDING, que represento em dois gráficos:

• O Gráfico de CLASSIFICAÇÃO DOS CLIENTES DA MARCA EMPRESARIAL (uma visão de uma das teorias de Branding).

Segundo essa teoria, o BRANDING é “fazer a marca acontecer no mercado, num determinado território”. Para isso é preciso que a MARCA EMPRESARIAL tenha CREDIBILIDADE no Território que pretende conquistar. Observando esse gráfico, podemos notar que no centro dele está o CLIENTE INTERNO da Marca, os COLABORADORES. Isso significa que a primeira tarefa de Branding de qualquer Marca Empresarial é “conquistar e influenciar positivamente o seu público interno” ao invés de deixá-los “pensar o que bem desejarem”, ao invés de “deixar que muitos funcionários sejam detratores da própria empresa”.

Em segundo lugar, o mesmo tipo de atenção deve ser dada aos CLIENTES INTERMEDIÁRIOS, pois eles irão representar a Marca junto ao CLIENTE FINAL. Os clientes Intermediários podem ajudar a construir a marca empresarial ou podem destruí-la sem muito esforço, apenas com comentários negativos sobre a mesma.

Em terceiro lugar, vem os CLIENTES FINAIS. Eles precisam ser trabalhados com Sites, Redes Sociais, Publicidade e Relações Públicas ou Assessoria de Imprensa. Eles tendem a experimentar o produto ou serviço da empresa e, se forem convencidos pelas COMUNICACÕES, pela EXPERIÊNCIA COM A MARCA e pelos CLIENTES INTERMEDIÁRIOS, então farão a adoção da mesma em caráter mais duradouro.

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Por fim, no quarto nível, temos a IMAGEM SOCIAL DA MARCA: as melhores empresas cuidam tão bem de suas marcas, que muitas pessoas querem trabalhar lá (elas ficam sempre entre AS MELHORES EMPRESAS PARA TRABALHAR). Há uma infinidade de públicos indiretos que afetam os RESULTADOS DAS VENDAS ANUAIS das marcas. Uma das teorias de Branding diz que é preciso cuidar bem de todos eles. Espero ter passado com clareza a importância disso. E é por esse motivo mesmo que costumo dizer que as EMPRESAS PRECISAM FAZER COM QUE AS SUAS COMUNICAÇÕES DE MARCAS SEJAM EQUILIBRADAS.

E o que são exatamente as COMUNICAÇÕES DE MARCA? É propaganda? E Internet? É outra coisa? E o quê, exatamente?

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Veja acima, o GRÁFICO BBI das COMUNICAÇÕES MULTIDISCIPLINARES DE MARKETING

Desde 1993, quando o Professor Robert Lauterborn, da Universidade da Carolina do Norte, lançou em co-autoria
com dois de seus amigos o livro O NOVO PARADIGMA DO MARKETING: COMUNICAÇÕES INTEGRADAS DE
MARKETING – começou um processo de mudança na Publicidade e nas Comunicações de Marketing. Cada empresa e cada agência criou a sua solução.
Na nossa Agencia BBI, criamos a COMUNICAÇÃO MODULADA, que mostramos acima, no gráfico das COMUNICAÇÕES DE BRANDING: INTERNAL E EXTERNAL. O Cliente pode começar com um, dois, três ou todos os módulos e, neste caso, ele receberá COMUNICAÇÃO COMPLETA E INTEGRADA DA MARCA de um único fornecedor-parceiro, que estará lhe oferecendo um ONE SPOT SERVICE, que implica em uma visão de parceria e não de fornecedor comum.

A ideia é simples: o branding começa dentro de casa, com as COMUNICAÇÕES DE INTERNAL BRANDING, visando conquistar a simpatia, a motivação e o engajamento dos colaboradores; depois, entram as demais Comunicações de Marketing. No nosso caso, chamamos isso de COMUNICAÇÃO MULTIDISCIPLINAR.

Há dois focos em termos de RESULTADOS: quais são os resultados desejados para a Marca a cada seis meses; e quais os resultados desejados em Vendas para cada seis meses. Descoberto esses DOIS RESULTADOS DESEJADOS, cabe ao “board” da agência, em reunião, discutir como fazer o ALINHAMENTO ENTRE RECURSOS E RESULTADOS DESEJADOS. Como fazer a INTEGRAÇÃO DAS DISCIPLINAS conduzindo as COMUNICAÇÕES MULTIDISCIPLINARES.
Tudo muito simples, prático e calcado na experiência e conhecimento das pessoas do “board”.

Se você desejar conversar sobre esses assuntos, não hesite. Pode ligar-me e será um prazer falar com você.

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Texto de: Augusto Nascimento, consultor de Branding e Marketing da Innovax-BBI Consultoria, do Grupo BBI. Ficam autorizadas cópias para fins de divulgação um-a-um (exceto publicação), desde que citado este site como fonte, bem como o autor do artigo. Para contatar o autor, ligue para (11) 2338.4939 ou então envie mensagem através do formulário deste site.